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URI Santiago sediou colóquio sobre catástrofes

01/07/2014

A URI Santiago sediou o “1º Colóquio: Catástrofes, Trauma e Resistência- Formação Humana e Cidadã”, de 26 a 28 de junho, quando, além da URI, também estiveram envolvidas a UFSM, Instituto Farroupilha e Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC).

 

Um dos objetivos foi promover espaços de reflexão e atitudes na formação profissional de forma a contribuir para a criação de modelos de formação sensível a prevenção de catástrofes coletivas, bem como, na elaboração do trauma.

 

Na abertura, participaram da mesa de autoridades, a Diretora Acadêmica da URI Santiago, professora Michele Noal Beltrão, o Diretor Administrativo, professor Jorge Padilha, a coordenadora do evento no Câmpus Santiago, professora Elaine Dias de Oliveira, o professor Amarildo Luiz Trevisan (UFSM), o qual apresentou o projeto “Catástrofe, trauma e resistência: a educação em tempos pós-traumáticos”, bem como, o professor Geraldo Antônio da Rosa, que trouxe a palestra “O movimento social do Contestado: catástrofe humana na Serra Catarinense”.  A coordenação de mesa foi dos professores Dirceu Luiz Alberti e Luiz Claudio Borin. Amarildo é mestre em Filosofia e doutor em Educação. Geraldo, da UNIPLAC, é mestre em Educação e doutor em Teologia.

 

Conforme Amarildo, foi uma alegria estar na URI mais uma vez, instituição que sempre o acolhe tão bem. Ele explicou que o evento é oriundo de um projeto de pesquisa chamado “Catástrofe, trauma e resistência: experiência estética na formação de professores”. “Nós precisamos ampliar a discussão”, disse o professor, referindo que quando ocorre um trauma, a tendência é que as pessoas não queiram falar do assunto.

 

Mas, antes das palestras terem início, ocorreu um momento cultural. A Cia de Dança Corpus, da professora e coréografa Viviane Spagnolo, apresentou a coreografia “Diálogo”, modalidade neo- clássico, através das bailarinas Jéssica Moro e Vitória Brum.

 

Na sexta-feira, 27, as atividades compreenderam roda de conversas  com  o GP Forma: trauma, formação humana e cidadania. O GP Forma é um grupo de pesquisa chamado “Formação Cultural, Hermenêutica e Educação” (UFSM). Na parte da tarde da sexta, ocorreram minicursos, relatos de experiências e oficinas. No turno da noite, o tema da palestra foi “Ressignificação do cotidiano em tempos de tragédia: uma releitura de seu significado.”  A responsável foi a pós-doutoranda Rosana Dorio Bohrer, da UFSM. Para o tema “Profissionais envolvidos na resposta ao desastre: formação do professor como  agente de respostas”, o evento trouxe a psicóloga Fabiane Angelo (Instituto Condor). No tema “Dor, luto e morte”, a participação foi da professora Fabiana Tutida (URI). A coordenação de mesa teve os doutorandos André Fagundes e Maurício Cristiano Azevedo.

 

No sábado, 28, o colóquio  recomeçou às 8h30min com a palestra “Catástrofes: história e tempo”, com os professores mestres Mauricio Cristiano Azevedo ( IFF- Santo  Augusto)  e  André  Fagundes (UFSM). A roda de conversa “Repensando  a formação profissional para que se evite e/ou se minimize as catástrofes humanas e naturais”, foi com os mestres Dirceu Luiz Alberti, Luiz Claudio Borin e Elaine Maria Dias de Oliveira, além do doutor Amarildo.

 

O evento teve ampla cobertura da Rádio da UFSM, como também, teve a presença da Rádio URI FM.

 

 

Após explanações de Amarildo e Geraldo, ocorreu abertura para debates

 

Foto: NUCOM

 

Veja mais fotos da primeira noite do evento

 

 

Núcleo de Comunicação

URI- Santiago



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